De psicólogo, doido e
piloto cada um tem um pouco.

Nome: Mateus H. Simon
Idade: 24 anos
Cidade: Porto Alegre
Estado Civil: Solteiro
MSN: simon_ratao@hotmail.com
Idioma: Português, Inglês
Hobby: Blog, aviação, psicologia,
livros, fotografia etc.



Histórico:

- 26/04/2009 a 02/05/2009
- 19/04/2009 a 25/04/2009
- 12/04/2009 a 18/04/2009
- 29/03/2009 a 04/04/2009
- 22/03/2009 a 28/03/2009
- 08/03/2009 a 14/03/2009
- 01/03/2009 a 07/03/2009
- 22/02/2009 a 28/02/2009
- 08/02/2009 a 14/02/2009
- 01/02/2009 a 07/02/2009
- 25/01/2009 a 31/01/2009
- 18/01/2009 a 24/01/2009
- 11/01/2009 a 17/01/2009
- 04/01/2009 a 10/01/2009
- 21/12/2008 a 27/12/2008
- 14/12/2008 a 20/12/2008
- 07/12/2008 a 13/12/2008
- 30/11/2008 a 06/12/2008
- 23/11/2008 a 29/11/2008
- 16/11/2008 a 22/11/2008
- 02/11/2008 a 08/11/2008
- 19/10/2008 a 25/10/2008
- 05/10/2008 a 11/10/2008
- 21/09/2008 a 27/09/2008
- 14/09/2008 a 20/09/2008
- 03/08/2008 a 09/08/2008
- 06/07/2008 a 12/07/2008
- 29/06/2008 a 05/07/2008
- 22/06/2008 a 28/06/2008
- 15/06/2008 a 21/06/2008
- 08/06/2008 a 14/06/2008
- 01/06/2008 a 07/06/2008
- 25/05/2008 a 31/05/2008
- 18/05/2008 a 24/05/2008
- 11/05/2008 a 17/05/2008
- 04/05/2008 a 10/05/2008
- 27/04/2008 a 03/05/2008
- 20/04/2008 a 26/04/2008
- 30/03/2008 a 05/04/2008
- 23/03/2008 a 29/03/2008
- 16/03/2008 a 22/03/2008
- 09/03/2008 a 15/03/2008
- 02/03/2008 a 08/03/2008
- 24/02/2008 a 01/03/2008
- 17/02/2008 a 23/02/2008

Pesquise um assunto

No blog Na Web

Blogs amigos



Acesse por categoria:

- Dicas
- DSTs
- Gravidez
- Notícias


Votação:

- Dê uma nota para meu blog

Indique esse Blog

Você é o leitor número:



EB-DESIGN






Gravidez e DST´s

Gravidez e DST´s

Gravidez e DST´s

A gravidez não confere à mulher e seu bebê nenhuma proteção especial em relação às doenças sexualmente transmissíveis, podendo elainfectar-se pelas mesmas doenças que acometem as mulheres não grávidas. Na gravidez, ao contrário, a mulher fica até mais suscetível à infecções pois, nesta condição, ocorre fisiologicamente (naturalmente) uma diminuição nos mecanismos de defesa do seu organismo.Os cuidados em relação a uma possível contaminação por alguma DST devem ser redobrados pois, além de preocupar-se com a sua proteção, a mulher grávida deve dedicar-se a proteger também a criança que está sendo gerada, com um outro problema a ser também considerado, que é a limitação ao uso de alguns medicamentos no período gestacional, em razão de potenciais efeitos nocivos sobre o feto.Muitas DSTs que afetam as mulheres são silenciosas, ou seja, não apresentam sinais ou sintomas, cursando sem a mulher saber que está doente, estando aí mais uma razão da importância da realização de um bom acompanhamento pré-natal.


Possíveis consequências para a mulher:

Uma grávida que "pega" uma DST pode apresentar, as seguintes possíveis consequências tanto para a gestação em andamento quanto para a sua saúde futura: parto prematuro, ruptura prematura da placenta, doença inflamatória pélvica (DIP), hepatite crônica, câncer do colo do útero, infertilidade etc.


Possíveis consequências para o bebê:

A mulher grávida pode transmitir para o seu filho (transmissão vertical) várias doenças adquiridas sexualmente. Essa transmissão pode ocorrer antes, durante ou depois do nascimento.O vírus HIV e o treponema (agente da sífilis), por exemplo, podem infectar o feto ainda no interior do útero, em razão da sua capacidade de atravessar a placenta.Outras DSTs, como a gonorréia, clamídia, herpes etc podem ser transmitidas para o bebê no nascimento, no momento de sua passagem pelo canal do parto.O vírus HIV pode ainda ser transmitido ao bebê após o nascimento, através da amamentação.As consequências para o bebê podem ser graves: conjuntivite, pneumonia, sepsis neonatal, cegueira, surdez, meningite, hepatite, baixo peso ao nascer, morte (natimorto) etc.


Pré-Natal

Alguns destes problemas podem ser evitados se a mãe faz acompanhamento pré-natal de rotina, o qual deve incluir exames para detecção de DSTs no início da gravidez e, se necessário, repeti-los próximo ao parto. Outros problemas ainda podem ser evitados se a infecção for detectada no momento do parto.Exames que devem ser feitos rotineiramente no início do pré-natal: sífilis, HIV, Hepatite, além de exames para detecção da gonorréia, clamídia, trichomonas etcO Ministério da Saúde recomenda que sejam feitos pelo menos dois testes de HIV e de sífilis durante o pré-natal.


Tratamento:

Doenças como a gonorréia, sífilis, tricomoníase, clamídia, assim como as vaginoses bacterianas, podem ser tratadas e curadas com antibióticos durante a gravidez.Não há cura para as DSTs virais como herpes genital e HIV, mas o uso de medicamentos antivirais podem reduzir os sintomas nas mulheres grávidas.As mulheres cujas provas de detecção da hepatite B foram negativas, podem receber vacina contra a hepatite B durante a gravidez.


Prevenção:

A maneira mais segura da mulher evitar o contágio de doenças sexualmente transmissíveis é o de ter uma relação duradoura, mutuamente monogâmica, com parceiro sabida e comprovadamente sadio.As camisinhas, quando usadas corretamente, são muito eficazes para evitar a transmissão do HIV. Da mesma forma, podem reduzir o risco de transmissão de gonorréia e das vaginites ou uretrites não gonocócicas (infecção por clamídia, trichomonas, etc).As camisinhas podem reduzir também o risco de transmissão de herpes genital, sífilis e cancro mole somente se a área infectante estiver protegida, isto é, recoberta pelo preservativo.Embora se desconheça precisamente o efeito da camisinha na prevenção da infecção pelo HPV, há trabalhos médicos associando o uso do preservativo a uma taxa menor de câncer cervical, que é, como se sabe, uma patologia relacionada com a infecção por esse vírus.Já existe vacina contra os tipos 6,11,16 e 18 do HPV, para meninas e mulheres de 9 a 26 anos que não tenham a infecção. A vacina confere proteção contra os tipos de vírus citados acima, os quais são responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero e 90% dos casos de verrugas (condilomas) genitais.Na presença de lesões ativas do herpes genital, uma cesariana pode ser indicada com a finalidade de proteger o recém-nascido de uma possível contaminação na sua passagem pelo canal do parto.Nos países desenvolvidos, a administração de drogas anti-retrovirais em paciente soro-positivas somados à indicação de cesariana programada e a proibição da amamentação materna reduziram significativamente a transmissão vertical do HIV, com a consequente diminuição da incidência de AIDS em recém-nascidos.

Fonte: dst.org



- Postado por: Mateus H. Simon às 08h07

[ ] [ envie esta mensagem ]
______________________________________________

Copyright Mateus H. Simon - Design by E-Building Design


Cisto no ovário

Cisto no ovário

Cisto no Ovário

Comumente as mulheres quando se submetem a exame ultrasongrafico, o laudo aparece cisto folicular, a maioria das pacientes procuram o serviço pensando que estão com um cisto no ovário e depois em outra ultranografia o cisto desapareceu.


Como isto acontece?

Os ovários órgão que estão localizados na pelve feminina tem como função produzir óvulos e hormônios. Medem em média 4x2x2 cm. Estão divididos em 2 porções: cortical e medular.Na região cortical estão localizados os folículos de Graaf em media 300.000 que diminuem a medida que a mulher vai entrando na fase de menacme.No período menstrual há o amadurecimento do folículo e liberação do óvulo, em torno do 14 dia= ovulação.No período ovulatório, ocorre os chamados cistos funcionais muitas vezes causando desconforto pélvico as pacientes.Os cistos funcionais, não são detectados na mulher no período de menopausa, nem na infância- os 2 parâmetros básicos.Daí os cuidados de pesquiza nestes dois extremos da vida.Os tipos mais encontrados de cistos de ovários são:

  • Cistos foliculares comumente encontrados num exame ultrasongrafico, correpondente a rotura do folículo.
  • Cisto de corpo lúteo
  • Cisto dermoides em cujo interior encontramos, fios de cabelos, ossos etc
  • Endometriomas
  • Cistoadenomas. serosos

    Os cistos funcionais não necessitam tratamento, as vezes faz-se medicação anticoncepcional. Os cistos serosos não regridem tendem a aumentar. representa 30% dos cistos ovarianos atingem grandes volumes.


    Quadro clinico:

  • Dor pélvica
  • Irregularidade menstrual
  • Dismenorréia.
  • Sangramentos


    Diagnostico Diferencial.

  • Apendicite
  • Piosanpinge
  • Aderências pélvicas
  • cistos inflamatórios


    Avaliação:

    Atraves de ultrasonografia, verificar consistencia sólida ou liquida, levar em consideração a idade da paciente. estado nutricional, descartar ascite, solicitar rx de tórax. Sabendo-se que a ultrasonografia não distingue o aspecto maligno ou benigno somente o exame histopatologico é que dá o diagnostico.


    Bibliografia:
  • Ginecologia da infância e adolescência-Tourinho, Bastos Moreira
  • Segredos em GO- Helen M. Fredrickson.



  • - Postado por: Mateus H. Simon às 08h36

    [ ] [ envie esta mensagem ]
    ______________________________________________

    Copyright Mateus H. Simon - Design by E-Building Design


    Incapacidade de obter orgasmos

    Incapacidade de obter orgasmos

    Incapacidade em obter Orgasmo

    Outra disfunção sexual feminina muito comum é a incapacidade em a mulher obter orgasmo na maioria das relações sexuais ou mesmo nunca ter obtido um orgasmo.É importante nestes casos saber se a incapacidade é somente na relação sexual ou até mesmo na masturbação feminina.A causa pode ser a falta de desejo sexual mas nem sempre existe relação entre a falta de desejo e a falta de orgasmo.O orgasmo sexual feminino é uma entidade complexa do ponto de vista social, cultural e religioso.Fisicamente, no campo biológico é fácil de descrever e teoricamente fácil de obter.Mas, na prática, o orgasmo é supervalorizado como manifestação de apreço sexual, desejo sexual, desempenho sexual.Muitas mulheres afirmam que não precisam ter orgasmo para se satisfazer sexualmente.O que se deve evitar é a ditadura do orgasmo, a necessidade imperiosa em ter orgasmo em todas as relações sexuais, pois isto acaba por depreciar a mulher como um ser humano e, aí sim, causar a falta de desejo sexual ou mesmo a aversão sexual definitiva.Novamente o médico ginecologista pode ajudar a mulher em suas dúvidas e recomendar tratamentos que possam ser realizados ou opções disponíveis para avaliações por parte de outros especialistas.


    Falta de desejo

    A falta de desejo é uma das disfunções mais freqüentes e chega a acometer entre 15 a 34% das mulheres.Tem diversas causas entre elas as mais comuns são alterações hormonais provocadas por anticoncepcionais, parto, amamentação, menopausa e disfunções hormonais.Outras causas estão no stress da vida diária, na rotina sexual do casal onde tudo é sempre igual, cansaço físico e mental.Ainda existem causas provocadas por diversas doenças orgânicas, uso de diversos medicamentos, drogas, álcool, cigarro.Muitos casais acham que este sintoma é falta de amor mas na maioria das vezes isto não é verdade. Sexo não deve ser confundido com amor que é um sentimento humano muito mais profundo que o sexo.A solução passa por uma consulta com o ginecologista para que este possa avaliar as causas e, se for o caso, encaminhar o casal para o tratamento mais eficaz.

    Fonte: Gineco



    - Postado por: Mateus H. Simon às 10h25

    [ ] [ envie esta mensagem ]
    ______________________________________________

    Copyright Mateus H. Simon - Design by E-Building Design


    Orgasmo!!

    Orgasmo!!

    Orgasmo

    Tanto do ponto de vista fisiológico, como do emocional, existem diferenças significativas entre o homem e a mulher no tocante à sexualidade. Essas diferenças não são ruins, pelo contrário, elas podem complementar o que falta ao outro parceiro. O orgasmo ou gozo é o ápice numa relação sexual. Ocorre quando o prazer chega a um momento de intensidade máxima. Ele é diferente para cada pessoa, mas algumas sensações são mais recorrentes no homem ou na mulher. Na relação sexual, cada um tem que buscar formas de alcançar o prazer, desde que não machuque a si e nem ao parceiro/a, tanto física como emocionalmente.


    O orgasmo da mulher

    O orgasmo, ou gozo, chega para a mulher depois de um tempo de carícias e jogos sexuais, e esse tempo é bastante variável para cada mulher. (Também é diferente para o homem, que em geral se excita mais rapidamente que a mulher).Na medida em que a intensidade da relação sexual vai aumentando, a mulher vai ficando mais excitada. Chega um momento em que alcançará o auge dessa excitação e isso poderá se manifestar como uma sensação forte de entrega, um aumento da pulsação e dos batimentos cardíacos,  contração da vagina e dos músculos que circulam a vagina, um arrepio pelo corpo, um tremor na barriga, aumento do suor e dilatação das pupilas. Essas são as sensações comumente sentidas pelas mulheres ao alcançarem o orgasmo. Dependendo da mulher, poderá ocorrer uma ou mais dessas sensações, ou até outras reações que não são tão freqüentes.


    A mulher ejacula?

    Embora haja muita discussão sobre se a mulher ejacula ou não, do ponto de vista fisiológico a mulher não ejacula. Pois a ejaculação masculina é a liberação do semem (espermatozóides) que são os componentes masculinos que têm por finalidade fecundar o óvulo da mulher.O que pode ocorrer é o seguinte: a mulher possui glândulas secretoras de líquido lubrificante (o que a torna “molhadinha” quando está excitada); esse lubrificante pode se acumular e com o aumento da excitação e a conseqüente contração da vagina no momento do orgasmo, pode ser liberado em maior quantidade. Pode ocorrer durante ou logo após o orgasmo. Mas não ocorre para todas as mulheres.


    O orgasmo do homem

    Para o homem, o orgasmo traz evidências mais concretas, pois é acompanhado de resposta fisiológica clara: a ejaculação. Também o homem pode sentir o aumento dos batimentos cardíacos, aumento do suor, e ondas de tremor pelo corpo, indicando grande prazer. Porém o mais significativo para a percepção do orgasmo dele é a ejaculação. Algumas práticas de yoga tântrica (prática oriental) pressupõem a possibilidade do homem atingir o orgasmo sem ejaculação. Na origem dessa prática está a idéia de que a retenção do semem (não ejaculação) aumentaria a força vital do homem. Quando alguns homens não chegam a ejacular, não significa que não tenham tido prazer. E existem também os casos de ejaculação precoce, ou seja, a ejaculação se dá muito rapidamente. Mas esse é um assunto que vamos discutir futuramente. Ocorre que no homem é possível se ter um indício claro, fisiológico, de que atingiu o orgasmo enquanto que na mulher não. Por isso, existe tanta dúvida sobre o fato da mulher ter ou não atingido o orgasmo. Pesquisas indicam que muitas mulheres fingem ter atingido o orgasmo para evitarem decepcionar os parceiros/as, ou até para concluir o ato sexual, uma vez que estão tendo dificuldades para gozar.


    O tempo

    Esse fator é bastante variável, pois depende do momento e varia de casal para casal. Freqüentemente a mulher demora mais tempo que o homem para atingir o orgasmo. Isso acaba indicando ao homem que ele deva procurar retardar o seu orgasmo, uma vez que logo após a ejaculação ele começa a perder a ereção. Um mito que está associado ao desempenho sexual é que o orgasmo deveria ser simultâneo, ou seja, ocorrer ao mesmo tempo. Isso dificilmente acontece, pois apesar do casal procurar o mesmo ritmo, as respostas de cada um são individuais, e o momento do orgasmo é único para cada um. Reforço que o mais importante é procurar ter um caminho pela relação sexual com muito prazer, e não se atingir performances previamente determinadas. Ao buscar um desempenho pré-estabelecido um ou ambos parceiros tendem a aumentar a ansiedade, o que, nesse caso, traria conseqüências dificultadoras para se sentir prazer e atingir o orgasmo. Além disso, nenhum parceiro é responsável pelo orgasmo do outro. Também essa idéia está associada ao desempenho pré-estabelecido. A disposição para a troca, para a entrega, para o carinho será muito maior na medida em que ela for espontânea e não comprometida com um comportamento imaginado.


    As variações do orgasmo feminino

    O orgasmo é uma experiência corporal e emocional que é atingida no momento máximo da  excitação sexual. São descritas algumas diferentes formas de orgasmos para a mulher, tais como:

    • orgasmo clitoridiano: que é o orgasmo atingido quando acontece grande estimulação do clitóris. Isso pode acontecer com sexo oral, manipulação com a mão, com um vibrador ou algum objeto. O clitóris é um órgão muito enervado, o que o torna muito sensível à estimulação. É o tipo de orgasmo mais freqüentemente alcançado pelas mulheres.
    • orgasmo vaginal: é o orgasmo atingido com a penetração. Não é tão freqüente quanto o clitoridiano. Na penetração pode ocorrer a pressão sobre o ponto G, o que pode ampliar as sensações de prazer e levar a um orgasmo mais intenso.
    • orgasmos múltiplos: ocorrem quando a mulher experimenta uma seqüência de pequenos orgasmos, tendo no total uma maior duração de tempo.
    Além dessas formas mais freqüentes de orgasmo, outras formas também são possíveis. O sexo anal pode ser a preferência de algumas mulheres que podem atingir orgasmo dessa forma, especialmente porque a posição favorece a manipulação do clitóris. Muitas mulheres, no entanto, não apreciam esse tipo de relação. Isso deverá ser respeitado por elas mesmas e por seus parceiros. Outras mulheres experimentam orgasmo com a manipulação dos seios e mamilos. Enfim o orgasmo pode ser atingido com qualquer grande estimulação de alguma área excitável. Ele fica mais possível quando há uma entrega às sensações e ao parceiro/a. Antes de tudo, o orgasmo não deve ser a expectativa máxima de uma relação sexual. O encontro sexual pode e deve ser vivido em todas as suas etapas. O orgasmo é mais uma de suas etapas. Como é um momento de forte intensidade é muito valorizado. Mas todas as fases de uma relação sexual devem ser vividas. E quanto maior for a entrega nas fases que antecedem o orgasmo mais ele se torna possível. A ansiedade é uma inimiga do relaxamento e entrega que podem ser conseguidos na relação sexual. E quanto mais você ficar ansiosa para atingir o orgasmo mais você vai estar dificultando a possibilidade de atingi-lo, pois não vai conseguir relaxar e se entregar verdadeira e espontaneamente à experiência. O mais valioso na relação sexual é poder vivê-la por completo, com a maior harmonia possível com o parceiro e a melhor condição de entrega para a experiência. O que quero dizer, nesse caso, é que é mais importante o caminho do que o destino. Se o seu destino, ao se relacionar sexualmente, somente for o orgasmo, você não vai aproveitar todas as outras fases que poderão ser muito prazerosas, e que facilitarão o aumento da excitação, que por conseqüência poderá levá-la ao orgasmo. Isto é válido tanto para a mulher quanto para o homem. Pois a ansiedade é um dos fatores mais determinantes para a impotência ou perda de ereção, assim como para a ejaculação precoce. Então procure viver cada momento da sua relação sexual como único, e esteja o mais presente nele possível. Uma boa transa vale muito mais pela entrega do que por desempenho. Não há uma performance pré-estabelecida que tenha que ser atingida. Não há que se esquecer que quanto maior for a intimidade entre os parceiros, maior a possibilidade de entrega um ao outro. Quando o orgasmo é encarado com o objetivo máximo de uma relação sexual, todo o resto, que pode ser muito bom, tende a ser depreciado. E partir de então os problemas sexuais podem aumentar. Uma vez que por ansiedade cada vez mais pode ocorrer a fixação por desempenho, dificultando os outros momentos do ato sexual, que poderiam ser vividos de forma mais plena.

    Fonte: www.ig.com.br



    - Postado por: Mateus H. Simon às 09h25

    [ ] [ envie esta mensagem ]
    ______________________________________________

    Copyright Mateus H. Simon - Design by E-Building Design