De psicólogo, doido e
piloto cada um tem um pouco.

Nome: Mateus H. Simon
Idade: 24 anos
Cidade: Porto Alegre
Estado Civil: Solteiro
MSN: simon_ratao@hotmail.com
Idioma: Português, Inglês
Hobby: Blog, aviação, psicologia,
livros, fotografia etc.



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Câncer de ovário

Câncer de ovário

Galera, tudo certo? Desculpem nao postar todo o dia agora, mas a facul ja ta comendo meu rim. Entao peço desculpas e quando tiver algum assunto me mande que eu coloco aqui ok? Aproveitem!! ;)

Introdução

O câncer de ovário é o crescimento descontrolado de células anormais nos ovários, os órgãos reprodutivos femininos que produzem os óvulos. As células do tumor de ovário podem vir de uma das três regiões do ovário. As células cancerosas que formam na camada mais superficial do ovário (carcinoma epitelial) são as mais comuns. As células tumorais que se formam a partir das células produtoras dos óvulos (tumores das células germinativas) e aquelas provenientes do tecido de sustentação ao redor dos ovários (tumores estromais) são menos comuns. A doença freqüentemente não causa nenhum sintoma até que se espalhe além dos ovários, nas fases mais tardias do tumor. É difícil um médico descobrir o câncer de ovário durante um exame ginecológico antes da fase tardia. Isto explica por que o câncer de ovário leva mais freqüentemente à morte que outros tumores. O câncer de ovário responde por mais mortes que qualquer outro câncer do sistema reprodutor feminino. Os sintomas do câncer de ovário podem ser leves e imitam problemas menos sérios mesmo que a doença tenha se espalhado para outros órgãos. Os sintomas podem ser vagos e podem incluir diurese (urina) freqüente e inchaço. Por estas razões, aproximadamente 75% dos casos de câncer de ovário não são identificados até as fases posteriores e mais perigosas da doença. Os pesquisadores estão tentando desenvolver exames de triagem que permitam descobrir o câncer de ovário durante sua fase precoce porque é mais provável que a doença possa ser curada ou controlada quando é tratada na fase inicial. As causas exatas do câncer de ovário são desconhecidas, mas vários fatores de risco foram identificados. A doença tem um forte componente genético (herdado), e mulheres que tiveram uma familiar em primeiro-grau (uma irmã, mãe ou filha) diagnosticada com câncer de ovário está sob risco elevado de ter a doença, como também as mulheres que têm um parente próximo que teve um câncer de mama ou de cólon (intestino grosso). A probabilidade de desenvolver câncer de ovário também aumenta com a idade. A maioria dos cânceres de ovário acontece em mulheres acima dos 50 anos de idade, e o risco mais elevado sem encontra em mulheres com mais de 60 anos. Mulheres que nunca tiveram filhos são mais prováveis de desenvolver câncer de ovário. O câncer de ovário responde por 4% de todos os cânceres nas mulheres.


Quadro Clínico

O câncer de ovário normalmente não causa sintomas óbvios até uma fase mais tardia de seu desenvolvimento, e, mesmo porque, os sintomas podem ser confundidos como sinais de uma desordem secundária. Os sintomas do câncer de ovário podem incluir:

  • Desconforto ou dor abdominal
  • Inchaço
  • Náuseas
  • Diarréia
  • Diurese freqüente (aumento da urina)
  • Ganho ou perda de peso súbito
  • Hemorragia vaginal anormal.

  • Diagnóstico

    Ocasionalmente, o médico pode encontrar sinais em fase precoce do câncer de ovário, como um ovário duro e aumentado de tamanho, quando as células anormais são limitadas ao ovário. Um ultra-som pélvico pode ajudar a diagnosticar a doença em uma fase precoce. Porém, freqüentemente os ovários parecem normais durante as fases iniciais do câncer de ovário. Além de um ultra-som, uma Tomografia Computadorizada (a TC) ou um Exame de Imagem de Ressonância Magnética (IRM) também podem ser usados para identificar ovários disformes ou aumentados, além de outras características que podem apontar ou fortemente sugerir a presença de alterações tumorais. Exames de sangue podem ajudar a confirmar o câncer de ovário pela identificação de altos níveis de CA-125 no sangue, uma proteína geralmente encontrada em níveis elevados em mulheres que têm câncer de ovário. A utilidade deste exame é limitada, porque o CA-125 pode estar elevado em muitas condições que não são cancerosas. O único modo confirmar que o câncer está presente é obter uma amostra de tecido do ovário e examiná-la ao microscópio para detectar as alterações compatíveis com o tumor (biópsia).


    Prevenção

    Mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais têm a metade do risco de desenvolver câncer de ovário, possivelmente porque estas drogas previnem a ovulação. O efeito protetor da pílula é maior em mulheres que usam a pílula durante quatro anos ou mais. Acredita-se que a amamentação, que também reduz o número dos ciclos ovulatórios da mulher, pode reduzir o risco de câncer de ovário. A redução da quantidade de gordura na dieta também ajuda a reduzir o risco de desenvolver câncer de ovário.


    Tratamento

    A cirurgia é o tratamento habitual para o câncer de ovário. Na maioria dos casos, os ovários, as trompas, o útero e o colo uterino são retirados; como também o tecido que cobre o estômago e os intestinos (chamado omento) e os linfonodos ao redor. A quimioterapia também pode ser necessária para matar as células do ovário restantes. A radioterapia é menos freqüentemente usada. Ambos os tratamentos também matam células saudáveis que podem causar efeitos colaterais que envolvem várias partes do corpo dependendo do tipo, incidência, dose total e duração do uso. Exemplos de efeitos colaterais podem incluir febre, calafrios, erupção cutânea, dificuldades para respirar, náuseas, vômitos, diarréia, anemia, cansaço, padrões irregulares de pulso, distúrbios de coagulação, alterações na pressão sanguínea, flebite (inflamação das veias), lesões nervosas, fraqueza muscular e dor.


    Qual médico procurar?

    É importante procurar um Ginecologista ou um Oncologista (médico que trata tumores) se você notar quaisquer dos seguintes sintomas:

  • Desconforto ou dor abdominal persistente ou que piora com o tempo
  • Inchaço abdominal
  • Náuseas ou diarréia inexplicadas, persistentes ou que pioram
  • Diurese freqüente
  • Ganho ou perda de peso súbitos
  • Hemorragia vaginal anormal
  • Lembre-se, os sintomas do câncer de ovário são vagos e freqüentemente imitam outros problemas menos sérios. É até mesmo mais importante fazer uma consulta com exame ginecológico regular, sendo particularmente cautelosa quanto aos sintomas se você tem risco elevado para o câncer de ovário. Mulheres com risco alto de desenvolver câncer de ovário incluem aquelas que:

  • Sabem que são portadoras genéticos de formas específicas dos genes BRCA1 ou de BRCA2
  • Têm uma familiar em primeiro-grau (irmã, mãe ou filha) diagnosticada com câncer de ovário
  • Têm uma parente que teve câncer de mama ou de cólon (intestino grosso)
  • Estão acima dos 60 anos de idade
  • Nunca tiveram filhos

  • Prognóstico

    A probabilidade de uma mulher sobreviver ao câncer de ovário depende do quão distante o tumor se esparramou quando ela iniciar o tratamento. Se o câncer de ovário for identificado e tratado antes de se esparramar além do ovário, a taxa de sobrevida de cinco anos é de 95%. Porém, somente 25% dos tumores de ovários são encontrados nesta fase precoce. Aproximadamente 78% dos pacientes com câncer de ovário sobrevivem um ano depois do diagnóstico. Mais de 50% sobrevivem além de cinco anos depois do diagnóstico. Em geral, as mulheres mais velhas com câncer de ovário tendem a ter uma perspectiva pior que as mais jovens.


    Fonte: Policlin



    - Postado por: Mateus H. Simon às 08h05

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    Cólicas menstruais

    Cólicas menstruais

    Cólica Menstrual

    Cólica menstrual é o sintoma normal que acompanha a menstruação.
    Também é chamada de dismenorréia e afeta 50% das mulheres em
    idade fertil.Juntamente com a Tensão Pré-Menstrual é uma das
    principais queixas das mulheres,responsável por perda de dias
    inteiros de estudo ou trabalho.Ao contrário do que se pensava
    antigamente a cólica menstrual tem tratamentos muito
    eficazes que melhoram muito a qualidade de vida da mulher nestes dias.


    Sintomas

    O principal sintoma é a dor no baixo ventre ou na barriga e em
    algumas mulheres a dor parece vir das costas para a frente.
    É uma dor em cólica ou seja vai e volta. Costuma aparecer
    algumas horas antes ou junto com a menstruação. Geralmente
    toda a região do abdomem fica dolorida e pode ser acompanhada
    de sintomas gerais como:

    1. Enjoos
    2. Diarréia
    3. Vômitos
    4. Cansaço
    5. Dor de cabeça
    6. Nervosismo
    7. Vertigem e até mesmo desmaios.


    Cólicas Primárias

    É a cólica normal ou fisiológica e atinge perto de 50 % das mulheres.
    Costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.Para se
    entender o mecanismo da cólica é preciso entender o que é a menstruação.
    A menstruação é a limpeza da camada interna do útero que
    foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma gravidez.
    O organismo feminino para evitar uma perda excessiva de sangue
    que acompanha esta limpeza faz com que o útero se contraia.
    Quem realiza este processo é uma substância chamada prostaglandina
    que também é responsável pela dor. Portanto a Dismenorréia Primária
    é uma condição normal do ciclo menstrual de algumas mulheres.


    Cólicas Secundárias

    Já na dismenorréia secundária existe uma causa para a dor. Uma
    característica é que ela não aparece logo após o início da
    menstruação mas geralmente após alguns anos ou após algum fato.
    Entre as causas mais comuns de dismenorréia secundária estão:
    1. Alterações nos ovários.
    2. Alterações no útero.
    3. Endometriose.
    4. Hímen sem orifício para sair a menstruação.
    5. Uso de Diu.
    6. Miomas.
    7. Malformações Uterinas.
    8. Doença Inflamatória Pélvica.


    Tratamento

    O tratamento da dismenorréia primária é a base de antiinflamatórios
    não-esteróides (AINEs).Estes medicamentos bloqueiam as
    prostaglandinas e portanto bloqueiam a dor.É muito importante
    que eles sejam tomados logo ao primeiro sinal de menstruação ou dor,
    o que vier primeiro, para evitar a formação das prostaglandinas.
    Apesar de muitos eficazes,alguns grupos de antiinflamatórios
    podem atacar o estômago e intestinos mas já existem grupos
    onde este efeito é minimizado. No caso da dismenorréia
    secundária também os (AINEs) podem ser utilizados, mas é
    importante que a causa da cólica seja estabelecida para se
    fazer o tratamento eficaz. Uma medicação que também
    pode ser usada é a pílula anticoncepcional.



    - Postado por: Mateus H. Simon às 21h39

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    Endometriose

    Endometriose

    Galera Sexta-Feira não postei nada aqui, me desculpem. Hoje vamos começar a falar sobre um assunto que muitas mulheres passam por isso ao chegar aos 40 anos por ai, a Endometriose, minha mãe tem Endometriose e sofre horrores com isso. Acho que seria bacana postar algo que as mulheres tanto sofrem com o passar dos tempos. Espero que seja de grande utilidade para todas.

    Grande abraço a quem acessa e gosta dos posts.


    Endometriose

    Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação.


    Onde se localiza

    Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas ( atrás do útero ), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga, e parede da pélvis.


    Sintomas

    Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade.Aproximadamente 20% das mulheres tem apenas dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% apenas infertilidade.A dor da endometriose pode ser cólica menstrual intensa, dor abdominal à relação sexual, dor no intestino na época das menstruações ou uma mistura destes sintomas.


    Causas

    Há diversas teorias sobre as causas da endometriose. A principal delas é que, durante a Menstruação, células do endométrio, camada interna do útero, sejam enviadas pelas trompas para dentro do abdômen. Há evidências que sugerem ser uma doença genética. Outras sugerem ser uma doença do sistema de defesa. Na realidade sabe-se que as células do endométrio podem ser encontradas no líquido peritoneal em volta do útero em grande parte das mulheres. No entanto apenas algumas mulheres desenvolvem a doença. Estima-se que 6 a 7 % das mulheres tenham endometriose.


    Tratamento

    O tratamento da endometriose, hoje, depende de uma abordagem sincera entre a paciente e o médico. Após a avaliação cuidadosa de cada caso o médico e a paciente vão resolver juntos o caminho a ser seguido.Especial atenção deve ser dada à paciente que pretende engravidar. Talvez seja necessário seu encaminhamento para um Centro de Reprodução Humana mesmo antes do tratamento da endometriose.Outra principal atenção é a endometriose profunda. Sabe-se que cirurgias muito bem planejadas reduzem significativamente a dor nestes casos mas estas cirurgias só são feitas em centros especializados.Atualmente não há cura para a endometriose. No entanto a dor e os sintomas dessa doença podem ser diminuídos.

    As principais metas dos tratamentos são

    Aliviar ou reduzir a dor.Diminuir o tamanho dos implantes.Reverter ou limitar a progressão da doença.Preservar ou restaurar a fertilidade.Evitar ou adiar a recorrência da doença.O tratamento cirúrgico pode ser feito com laparotomia ou laparoscopia. Os implantes de endometriose são destruídos por coagulação à laser, vaporização de alta freqüência, ou bisturi elétrico. A decisão cirúrgica é importante. A maior parte dos sucessos terapêuticos ocorrem após uma primeira cirurgia bem planejada. Cirurgias repetidas são desaconselhadas pois aumentam a chance de aderências peritoneais tão prejudiciais como a própria doença.O tratamento clínico de formas brandas em mulheres que não pretendem engravidar pode ser feito com anticoncepcionais orais ou injetáveis. Há um certo consenso entre os estudiosos que o pior a fazer é não fazer nada já que a doença pode ser evolutiva. Leia também: Benefícios e usos terapêuticos da pílula anticoncepcionalEm mulheres que pretendem engravidar o tratamento pode ser feito com cirurgia e tratamento hormonal ou tratamento hormonal e depois cirurgia. No entanto, trabalhos atuais, mostram que em mulheres com endometriose e que não conseguem engravidar a melhor alternativa é a Fertilização in vitro e que a presença de endometriose não afeta as taxas de gravidez quando este método é escolhido. (2)Varias drogas tem sido usadas Danazol, Lupron, Synarel, Zoladex, Depo-Provera, e Neo-Decapeptil.



    - Postado por: Mateus H. Simon às 23h43

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