De psicólogo, doido e
piloto cada um tem um pouco.

Nome: Mateus H. Simon
Idade: 24 anos
Cidade: Porto Alegre
Estado Civil: Solteiro
MSN: simon_ratao@hotmail.com
Idioma: Português, Inglês
Hobby: Blog, aviação, psicologia,
livros, fotografia etc.



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TPM Luz no final do túnel

TPM Luz no final do túnel

TPM: há luz no fim do túnel

Os sintomas são conhecidos de cor e salteado pelo sexo feminino. Vão do cansaço às dores de cabeça e cólicas, mas também podem ter fundo emocional, como irritabilidade, tristeza e depressão. A novidade é que, pela primeira vez no país, um estudo mostra o quanto e como a tensão pré-menstrual atinge as mulheres. Pesquisa feita pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) revela que 80% das brasileiras têm ou já tiveram TPM. O índice serve de alerta para que médicos dêem maior atenção ao problema e orientem melhor as pacientes em busca de bem-estar. Além de estremecer relações amorosas e familiares das «vítimas», a TPM também afeta o desempenho no trabalho, devido à dificuldade de concentração, dores e falta de energia. Luz no fim do túnel é que novos medicamentos podem reduzir os sintomas da tensão em casos mais severos. Apesar de afligir as mulheres desde os tempos mais remotos, a TPM ainda é cercada de mistérios. Os médicos sabem que ela está ligada à questão hormonal, mas o mecanismo que desencadeia os transtornos não é totalmente conhecido. Certo é que os sintomas surgem de sete a dez dias antes da menstruação, e somem logo depois do início do sangramento. Variam de efeitos físicos - que também incluem inchaço dos pés e mãos, mudanças no sono e dores nas articulações, músculos e mamas - a alterações emocionais como baixa auto-estima, raiva e choro. O impacto é sentido no dia-a-dia das mulheres e também de quem lida com elas, dentro de casa ou no ambiente profissional. Traz um desgaste mensal na relação com os outras pessoas, com conseqüências que podem se voltar contra a própria mulher. «Há casos em que ela não consegue trabalhar. Se falta ao serviço, pode ser a primeira a ser mandada embora pela empresa num momento de crise», exemplifica o ginecologista Carlos Alberto Petta, professor da Unicamp e coordenador do estudo, batizado de «Tensão Pré-menstrual: perspectivas e atitudes de mulheres, homens e médicos ginecologistas». Cada folha do calendário anuncia a chegada de mais uma temporada de falta de paciência e baixa concentração para a estudante de Direito Janaína Viana Alves Catarina, 22 anos. Desde a adolescência, ela sofre de TPM. «Nesses dias, qualquer coisa me tira do sério. Fico bastante agressiva e nervosa». Os sintomas são tão evidentes que, segundo a universitária, até quem não é muito próximo dela descobre na hora que o problema é TPM. «Lá em casa, meus pais sabem que é melhor nem mexer comigo nessa época», afirma. «É um comportamento temporário e você nem percebe, mas afeta todo mundo ao redor», diz Janaína, que deposita na medicina a esperança de se livrar de tanto desconforto. Com a chegada da menstruação, ela sente tantas cólicas que já chegou a desmaiar. Conforme a pesquisa da Unicamp, 95% das mulheres com TPM manifestam os dois tipos de sintomas, físicos e emocionais - o que agrava a tensão. O estudo também mostra que, apesar do desconforto, 58,2% nunca procuraram um médico por esse motivo. Para Carlos Petta, a taxa sugere que falta informação entre quem padece de TPM. Mesmo junto às mulheres com a forma mais severa do mal, somente 40% buscaram ajuda. Aquelas que sofrem «solitárias» justificaram ter vergonha em falar dos sintomas e dificuldade em associar o mal-estar ao período anterior à chegada da menstruação. «Mas é um erro pensar que a TPM é frescura», alerta o coordenador do estudo. Infelizmente, nem todos os médicos estão preparados para ajudar as pacientes a encontrar alívio. De acordo com o estudo, 18,1% das mulheres que foram ao consultório por causa da TPM ouviram do especialista que nada poderia ser feito, «porque é assim mesmo». Professor da Unicamp e membro de grupos internacionais de debate sobre a TPM, o ginecologista Luís Bahamondes defende que os médicos conversem mais com as pacientes, mas lembra que o assunto também é pouco discutido nas faculdades da área de saúde. «Além disso, é preciso educar as mulheres a não aceitar a resposta de que TPM é «normal»», diz.

Sintomas variam de mulher para mulher

Os sintomas da Tensão Pré-menstrual atingem as mulheres com diferentes intensidades. Há manifestações leves, moderadas e severas. As últimas são tão sérias que ganharam um diagnóstico específico, chamado Síndrome Disfórica Pré-menstrual (SDPM). A SDPM, de acordo com o ginecologista Carlos Petta, atinge de 10% a 12% do universo feminino em idade reprodutiva. A confirmação da doença acontece quando a paciente tem pelo menos cinco sintomas físicos ou emocionais decorrentes da TPM, mas Luís Bahamondes lamenta que nem todos os médicos estejam aptos a identificá-la. Boa notícia é que, para cada grau de TPM, há indicação de um tratamento. Mudanças no estilo de vida, como a prática de atividades físicas ou alterações da dieta, amenizam os sintomas da tensão em casos brandos. Nos mais graves, remédios podem reduzir os transtornos. A indicação depende do perfil e de como a TPM atinge cada mulher. Em alguns casos, médicos receitam antidepressivos e também anticoncepcionais orais para as pacientes. Feitos à base de hormônios, evitam a gravidez e aliviam incômodos da TPM, como as cólicas. Também ajudam a reduzir índices de câncer de ovário e de endométrio, conforme pesquisas. O problema é que as pílulas, muitas vezes, trazem na bagagem efeitos colaterais. Retenção de líquido pelo organismo, náuseas, inchaço, aumento de peso e dores de cabeça são queixas comuns. Podem ajudar a explicar o fato de que, na América Latina, o tempo médio de uso da pílula é de apenas seis meses. Entre adolescentes com idade de 13 a 19 anos, de 70% e 90% usam as drágeas somente por um ano, abandonando o método em seguida, de acordo com levantamento da associação internacional de pesquisa Psyma Latina, feita em 2007.

Anticoncepcional com 24 comprimidos é promessa de alívio

A novidade é um anticoncepcional oral que promete aliviar os sintomas da TPM, com mais benefícios e menos efeitos colaterais, já disponível nas farmácias do Brasil. Traz na fórmula a drospirenona, um hormônio desenvolvido em laboratório que não implica efeitos como aumento da pressão arterial, tensão nas mamas, ganho de peso e inchaço. Também atua sobre os sintomas emocionais da TPM, como alterações de humor e irritabilidade. E ajuda a amenizar a acne e a seborréia. Outra diferença em relação às demais pílulas é que o medicamento traz 24 comprimidos por caixa. O intervalo entre uma cartela e outra é de quatro dias. Nos remédios convencionais, são 21 drágeas e sete dias de descanso. A mudança, de acordo com o ginecologista José Bento de Souza, dos hospitais paulistas Albert Einstein e São Luís, reduz o período em que a mulher está sujeita à TPM e não prejudica a saúde. Entre o fim de uma cartela e o começo de outra, a paciente tem o sangramento. O uso deste anticoncepcional deixa o ovário sob um controle maior da pílula. «Daí a diminuição dos efeitos da TPM», diz o médico Carlos Petta. No entanto, ele afirma que toda prescrição de remédio deve ser feita de acordo com o tipo de paciente e o estilo de vida dela. No caso do medicamento com 24 comprimidos, considerado por muitos profissionais de saúde revolucionário, também há restrições para mulheres com antecedentes de embolia ou problemas hepáticos. E, como na maioria dos remédios, podem surgir efeitos colaterais, como alteração nos vasos sangüíneos das pernas. Nos Estados Unidos, o anticoncepcional à base de drospirenona, com apresentação em 24 comprimidos, já foi aprovado tanto para evitar a gravidez quanto para combater a TPM. No Brasil, por enquanto, tem a indicação como contraceptivo, mas o fabricante tenta conseguir autorização do Governo para sua utilização também no tratamento de TPM.
Fonte: Jornal Hoje em Dia 12/03/08



- Postado por: Mateus H. Simon às 10h14

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Corrimento Vaginal

Corrimento Vaginal

Corrimento vaginal
vaginite

Um dos mais comuns e mais irritantes problemas que afeta a saúde da mulher é o corrimento vaginal também chamado de vaginite É uma das causas mais freqüentes de visita ao médico ginecologista. Caracteriza-se por uma irritação vaginal ou um corrimento anormal que pode ou não ter cheiro desagradável. Pode haver também coceira ou ardor na vagina ou vontade mais freqüente de urinar.
Os corrimentos podem ser causados por:

  • infecções vaginais

  • infecções cervicais ou do colo do útero

  • doenças sexualmente transmissíveis

O diagnóstico é feito pelo médico ginecologista através da anamnese ( perguntas para a paciente ),exame ginecológico e eventualmente exames de papanicolau ou exames de laboratórios. É bom esclarecer que nos casos de corrimentos o diagnóstico clínico tem muito valor. Portanto uma visita ao ginecologista é indispensável. Nem sempre exames de laboratório negativos significam ausência de problemas.


Candidíase ou monilíase vaginal

É um dos mais irritantes corrimentos. Provoca corrimento espesso tipo nata de leite e geralmente é acompanhado de coceira ou irritação intensa. Candida ou Monília é um fungo e a candidíase é, portanto, uma micose.

A candida aparece quando a resistência do organismo cai ou quando a resistência vaginal está diminuída. Alguns fatores são causadores desta micose:

  • antibióticos
  • gravidez
  • diabetes
  • infecções
  • deficiência imunológica
  • medicamentos como anticoncepcionais e corticóides

Eventualmente o parceiro sexual aparece com pequenas manchas vermelhas no pênis. Mas a candidíase NÃO é considerada uma doença sexualmente transmissível.

O diagnóstico é clínico, através de exames de laboratório e o papanicolau.

O tratamento é a base de antimicóticos mas deve-se tentar tratar as causas da candidiase para evitar as recidivas.

É muito importante não confundir o corrimento por cândida com o corrimento por excesso de Bacilos de Doderlein pois neste caso o tratamento é diferente.


Trichomonas vaginalis

Trata-se de um corrimento adquirido de forma sexual através de relações ou de contatos íntimos com secreção de uma pessoa contaminada. Portanto tricomoníase é considerada uma doença sexualmente transmissível.

O diagnostico é clínico e através de exames microscópicos realizados no próprio consultório médico, exames de laboratório ou pelo Papanicolau.

O tratamento é feito através de antibióticos e quimioterápicos sendo obrigatório o tratamento do parceiro sexual.


Vaginose Bacteriana - Gardnerella vaginalis

É provocado por uma bactéria Gardnerella vaginalis ou por outras bactérias. Causa um odor desagradável principalmente durante a menstruação e nas relações sexuais.

Não é considerada uma doença sexualmente transmissível.

Mas o Centers for Disease Control and Prevention nos EUA define que esta doença pode estar relacionada com: Novo parceiro sexual, múltiplos parceiros sexuais. Segundo o CDC a maneira de evitar esta doença seria: Não ter relações sexuais ou contato sexual, limitar o número de parceiros sexuais próprios, não fazer duchas vaginais sem recomendação médica, e fazer o tratamento completo recomendado pelo médico.

O tratamento é a base de antibióticos e pode ser estendido ao parceiro. No homem não há sintomas da doença.

É diagnosticado pelo exame clínico, exames de laboratório e papanicolau. Pode também ser diagnosticado por um teste químico realizado no próprio consultório médico.

Fonte: site Gineco



- Postado por: Mateus H. Simon às 07h06

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Câncer de ovário

Câncer de ovário

Galera, tudo certo? Desculpem nao postar todo o dia agora, mas a facul ja ta comendo meu rim. Entao peço desculpas e quando tiver algum assunto me mande que eu coloco aqui ok? Aproveitem!! ;)

Introdução

O câncer de ovário é o crescimento descontrolado de células anormais nos ovários, os órgãos reprodutivos femininos que produzem os óvulos. As células do tumor de ovário podem vir de uma das três regiões do ovário. As células cancerosas que formam na camada mais superficial do ovário (carcinoma epitelial) são as mais comuns. As células tumorais que se formam a partir das células produtoras dos óvulos (tumores das células germinativas) e aquelas provenientes do tecido de sustentação ao redor dos ovários (tumores estromais) são menos comuns. A doença freqüentemente não causa nenhum sintoma até que se espalhe além dos ovários, nas fases mais tardias do tumor. É difícil um médico descobrir o câncer de ovário durante um exame ginecológico antes da fase tardia. Isto explica por que o câncer de ovário leva mais freqüentemente à morte que outros tumores. O câncer de ovário responde por mais mortes que qualquer outro câncer do sistema reprodutor feminino. Os sintomas do câncer de ovário podem ser leves e imitam problemas menos sérios mesmo que a doença tenha se espalhado para outros órgãos. Os sintomas podem ser vagos e podem incluir diurese (urina) freqüente e inchaço. Por estas razões, aproximadamente 75% dos casos de câncer de ovário não são identificados até as fases posteriores e mais perigosas da doença. Os pesquisadores estão tentando desenvolver exames de triagem que permitam descobrir o câncer de ovário durante sua fase precoce porque é mais provável que a doença possa ser curada ou controlada quando é tratada na fase inicial. As causas exatas do câncer de ovário são desconhecidas, mas vários fatores de risco foram identificados. A doença tem um forte componente genético (herdado), e mulheres que tiveram uma familiar em primeiro-grau (uma irmã, mãe ou filha) diagnosticada com câncer de ovário está sob risco elevado de ter a doença, como também as mulheres que têm um parente próximo que teve um câncer de mama ou de cólon (intestino grosso). A probabilidade de desenvolver câncer de ovário também aumenta com a idade. A maioria dos cânceres de ovário acontece em mulheres acima dos 50 anos de idade, e o risco mais elevado sem encontra em mulheres com mais de 60 anos. Mulheres que nunca tiveram filhos são mais prováveis de desenvolver câncer de ovário. O câncer de ovário responde por 4% de todos os cânceres nas mulheres.


Quadro Clínico

O câncer de ovário normalmente não causa sintomas óbvios até uma fase mais tardia de seu desenvolvimento, e, mesmo porque, os sintomas podem ser confundidos como sinais de uma desordem secundária. Os sintomas do câncer de ovário podem incluir:

  • Desconforto ou dor abdominal
  • Inchaço
  • Náuseas
  • Diarréia
  • Diurese freqüente (aumento da urina)
  • Ganho ou perda de peso súbito
  • Hemorragia vaginal anormal.

  • Diagnóstico

    Ocasionalmente, o médico pode encontrar sinais em fase precoce do câncer de ovário, como um ovário duro e aumentado de tamanho, quando as células anormais são limitadas ao ovário. Um ultra-som pélvico pode ajudar a diagnosticar a doença em uma fase precoce. Porém, freqüentemente os ovários parecem normais durante as fases iniciais do câncer de ovário. Além de um ultra-som, uma Tomografia Computadorizada (a TC) ou um Exame de Imagem de Ressonância Magnética (IRM) também podem ser usados para identificar ovários disformes ou aumentados, além de outras características que podem apontar ou fortemente sugerir a presença de alterações tumorais. Exames de sangue podem ajudar a confirmar o câncer de ovário pela identificação de altos níveis de CA-125 no sangue, uma proteína geralmente encontrada em níveis elevados em mulheres que têm câncer de ovário. A utilidade deste exame é limitada, porque o CA-125 pode estar elevado em muitas condições que não são cancerosas. O único modo confirmar que o câncer está presente é obter uma amostra de tecido do ovário e examiná-la ao microscópio para detectar as alterações compatíveis com o tumor (biópsia).


    Prevenção

    Mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais têm a metade do risco de desenvolver câncer de ovário, possivelmente porque estas drogas previnem a ovulação. O efeito protetor da pílula é maior em mulheres que usam a pílula durante quatro anos ou mais. Acredita-se que a amamentação, que também reduz o número dos ciclos ovulatórios da mulher, pode reduzir o risco de câncer de ovário. A redução da quantidade de gordura na dieta também ajuda a reduzir o risco de desenvolver câncer de ovário.


    Tratamento

    A cirurgia é o tratamento habitual para o câncer de ovário. Na maioria dos casos, os ovários, as trompas, o útero e o colo uterino são retirados; como também o tecido que cobre o estômago e os intestinos (chamado omento) e os linfonodos ao redor. A quimioterapia também pode ser necessária para matar as células do ovário restantes. A radioterapia é menos freqüentemente usada. Ambos os tratamentos também matam células saudáveis que podem causar efeitos colaterais que envolvem várias partes do corpo dependendo do tipo, incidência, dose total e duração do uso. Exemplos de efeitos colaterais podem incluir febre, calafrios, erupção cutânea, dificuldades para respirar, náuseas, vômitos, diarréia, anemia, cansaço, padrões irregulares de pulso, distúrbios de coagulação, alterações na pressão sanguínea, flebite (inflamação das veias), lesões nervosas, fraqueza muscular e dor.


    Qual médico procurar?

    É importante procurar um Ginecologista ou um Oncologista (médico que trata tumores) se você notar quaisquer dos seguintes sintomas:

  • Desconforto ou dor abdominal persistente ou que piora com o tempo
  • Inchaço abdominal
  • Náuseas ou diarréia inexplicadas, persistentes ou que pioram
  • Diurese freqüente
  • Ganho ou perda de peso súbitos
  • Hemorragia vaginal anormal
  • Lembre-se, os sintomas do câncer de ovário são vagos e freqüentemente imitam outros problemas menos sérios. É até mesmo mais importante fazer uma consulta com exame ginecológico regular, sendo particularmente cautelosa quanto aos sintomas se você tem risco elevado para o câncer de ovário. Mulheres com risco alto de desenvolver câncer de ovário incluem aquelas que:

  • Sabem que são portadoras genéticos de formas específicas dos genes BRCA1 ou de BRCA2
  • Têm uma familiar em primeiro-grau (irmã, mãe ou filha) diagnosticada com câncer de ovário
  • Têm uma parente que teve câncer de mama ou de cólon (intestino grosso)
  • Estão acima dos 60 anos de idade
  • Nunca tiveram filhos

  • Prognóstico

    A probabilidade de uma mulher sobreviver ao câncer de ovário depende do quão distante o tumor se esparramou quando ela iniciar o tratamento. Se o câncer de ovário for identificado e tratado antes de se esparramar além do ovário, a taxa de sobrevida de cinco anos é de 95%. Porém, somente 25% dos tumores de ovários são encontrados nesta fase precoce. Aproximadamente 78% dos pacientes com câncer de ovário sobrevivem um ano depois do diagnóstico. Mais de 50% sobrevivem além de cinco anos depois do diagnóstico. Em geral, as mulheres mais velhas com câncer de ovário tendem a ter uma perspectiva pior que as mais jovens.


    Fonte: Policlin



    - Postado por: Mateus H. Simon às 08h05

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    Endometriose

    Endometriose

    Galera Sexta-Feira não postei nada aqui, me desculpem. Hoje vamos começar a falar sobre um assunto que muitas mulheres passam por isso ao chegar aos 40 anos por ai, a Endometriose, minha mãe tem Endometriose e sofre horrores com isso. Acho que seria bacana postar algo que as mulheres tanto sofrem com o passar dos tempos. Espero que seja de grande utilidade para todas.

    Grande abraço a quem acessa e gosta dos posts.


    Endometriose

    Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação.


    Onde se localiza

    Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas ( atrás do útero ), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga, e parede da pélvis.


    Sintomas

    Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade.Aproximadamente 20% das mulheres tem apenas dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% apenas infertilidade.A dor da endometriose pode ser cólica menstrual intensa, dor abdominal à relação sexual, dor no intestino na época das menstruações ou uma mistura destes sintomas.


    Causas

    Há diversas teorias sobre as causas da endometriose. A principal delas é que, durante a Menstruação, células do endométrio, camada interna do útero, sejam enviadas pelas trompas para dentro do abdômen. Há evidências que sugerem ser uma doença genética. Outras sugerem ser uma doença do sistema de defesa. Na realidade sabe-se que as células do endométrio podem ser encontradas no líquido peritoneal em volta do útero em grande parte das mulheres. No entanto apenas algumas mulheres desenvolvem a doença. Estima-se que 6 a 7 % das mulheres tenham endometriose.


    Tratamento

    O tratamento da endometriose, hoje, depende de uma abordagem sincera entre a paciente e o médico. Após a avaliação cuidadosa de cada caso o médico e a paciente vão resolver juntos o caminho a ser seguido.Especial atenção deve ser dada à paciente que pretende engravidar. Talvez seja necessário seu encaminhamento para um Centro de Reprodução Humana mesmo antes do tratamento da endometriose.Outra principal atenção é a endometriose profunda. Sabe-se que cirurgias muito bem planejadas reduzem significativamente a dor nestes casos mas estas cirurgias só são feitas em centros especializados.Atualmente não há cura para a endometriose. No entanto a dor e os sintomas dessa doença podem ser diminuídos.

    As principais metas dos tratamentos são

    Aliviar ou reduzir a dor.Diminuir o tamanho dos implantes.Reverter ou limitar a progressão da doença.Preservar ou restaurar a fertilidade.Evitar ou adiar a recorrência da doença.O tratamento cirúrgico pode ser feito com laparotomia ou laparoscopia. Os implantes de endometriose são destruídos por coagulação à laser, vaporização de alta freqüência, ou bisturi elétrico. A decisão cirúrgica é importante. A maior parte dos sucessos terapêuticos ocorrem após uma primeira cirurgia bem planejada. Cirurgias repetidas são desaconselhadas pois aumentam a chance de aderências peritoneais tão prejudiciais como a própria doença.O tratamento clínico de formas brandas em mulheres que não pretendem engravidar pode ser feito com anticoncepcionais orais ou injetáveis. Há um certo consenso entre os estudiosos que o pior a fazer é não fazer nada já que a doença pode ser evolutiva. Leia também: Benefícios e usos terapêuticos da pílula anticoncepcionalEm mulheres que pretendem engravidar o tratamento pode ser feito com cirurgia e tratamento hormonal ou tratamento hormonal e depois cirurgia. No entanto, trabalhos atuais, mostram que em mulheres com endometriose e que não conseguem engravidar a melhor alternativa é a Fertilização in vitro e que a presença de endometriose não afeta as taxas de gravidez quando este método é escolhido. (2)Varias drogas tem sido usadas Danazol, Lupron, Synarel, Zoladex, Depo-Provera, e Neo-Decapeptil.



    - Postado por: Mateus H. Simon às 23h43

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    Incapacidade de obter orgasmos

    Incapacidade de obter orgasmos

    Incapacidade em obter Orgasmo

    Outra disfunção sexual feminina muito comum é a incapacidade em a mulher obter orgasmo na maioria das relações sexuais ou mesmo nunca ter obtido um orgasmo.É importante nestes casos saber se a incapacidade é somente na relação sexual ou até mesmo na masturbação feminina.A causa pode ser a falta de desejo sexual mas nem sempre existe relação entre a falta de desejo e a falta de orgasmo.O orgasmo sexual feminino é uma entidade complexa do ponto de vista social, cultural e religioso.Fisicamente, no campo biológico é fácil de descrever e teoricamente fácil de obter.Mas, na prática, o orgasmo é supervalorizado como manifestação de apreço sexual, desejo sexual, desempenho sexual.Muitas mulheres afirmam que não precisam ter orgasmo para se satisfazer sexualmente.O que se deve evitar é a ditadura do orgasmo, a necessidade imperiosa em ter orgasmo em todas as relações sexuais, pois isto acaba por depreciar a mulher como um ser humano e, aí sim, causar a falta de desejo sexual ou mesmo a aversão sexual definitiva.Novamente o médico ginecologista pode ajudar a mulher em suas dúvidas e recomendar tratamentos que possam ser realizados ou opções disponíveis para avaliações por parte de outros especialistas.


    Falta de desejo

    A falta de desejo é uma das disfunções mais freqüentes e chega a acometer entre 15 a 34% das mulheres.Tem diversas causas entre elas as mais comuns são alterações hormonais provocadas por anticoncepcionais, parto, amamentação, menopausa e disfunções hormonais.Outras causas estão no stress da vida diária, na rotina sexual do casal onde tudo é sempre igual, cansaço físico e mental.Ainda existem causas provocadas por diversas doenças orgânicas, uso de diversos medicamentos, drogas, álcool, cigarro.Muitos casais acham que este sintoma é falta de amor mas na maioria das vezes isto não é verdade. Sexo não deve ser confundido com amor que é um sentimento humano muito mais profundo que o sexo.A solução passa por uma consulta com o ginecologista para que este possa avaliar as causas e, se for o caso, encaminhar o casal para o tratamento mais eficaz.

    Fonte: Gineco



    - Postado por: Mateus H. Simon às 10h25

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    Infecção Urinária UI

    Infecção Urinária UI

    INFECÇÃO URINÁRIA

    A infecção do trato urinário (IU) constitui uma das principais causas de consulta na prática médica, só perdendo para as infecções respiratórias.É importante, assim, definir e caracterizar a infecção urinária, bem como explicar os termos mais usados pelos médicos, o que é abordado neste primeiro artigo.

    O que é ?

    A IU é a presença de microorganismos em alguma parte do trato urinário. Quando surge no rim, chama-se pielonefrite; na bexiga, cistite; na próstata , prostatite e na uretra, uretrite.A grande maioria das IU é causada por bactérias, mas também podem ser provocadas por vírus, fungos e outros microorganismos. A maioria das infecções urinárias ocorre pela invasão de alguma bactéria da flora bacteriana intestinal no trato urinário. A bactéria Escherichia coli, representa 80-95% dos invasores infectantes do trato urinário.Às vezes, o paciente apresenta sintomas semelhantes aos da IU, como dor, ardência, urgência para urinar e aumento da freqüência, mas os exames culturais não mostram bactérias na urina.Estes casos podem ser confundidos com IU e são chamados de síndrome uretral aguda, que pode ter outras causas não infecciosas, mas de origem inflamatória, como químicas, tóxicas, hormonais e irradiação.

    Como ocorre?

    O acesso dos microorganismos ao trato urinário se dá por via ascendente, ou seja, pela uretra, podendo se instalar na própria uretra e próstata, avançando para a bexiga e, com mais dificuldade, para o rim.Dificilmente, as bactérias podem penetrar no trato urinário pela via sangüínea. Isto ocorre apenas quando existe infecção generalizada (septicemia) ou em indivíduos sem defesas imunitárias como aidéticos e transplantados. A intensidade da IU depende das defesas do paciente, da virulência do microorganismo e da capacidade de aderir à parede do trato urinário.Como a urina é estéril, existem fatores que facilitam a contaminação do trato urinário, tais como:
    • Obstrução urinária: próstata aumentada, estenose de uretra, defeitos congênitos e outros
    • Corpos estranhos: sondas, cálculos (pedras nos rins), introdução de objetos na uretra (crianças)
    • Doenças neurológicas: traumatismo de coluna, bexiga neurogênica do diabetes
    • Fístulas genito-urinárias e do trato digestivo, colostomizados e constipados
    • Doenças sexualmente transmissíveis e infecções ginecológicas.
    As orientações profiláticas e terapêuticas desses fatores facilitadores poderão ser vistas nos artigos sobre cistite, pielonefrite e infecção urinária na criança e grávida.

    O que se sente ?

    O ato de urinar é voluntário e indolor. A presença de:
    • Dor
    • Ardência
    • Dificuldade e/ou urgência para urinar
    • Micções urinárias muito freqüentes e de pequeno volume
    • Urina de mau cheiro, de cor opaca
    • Filamentos de muco
    formam um conjunto de dados que permite ao médico suspeitar que o paciente está com infecção urinária. Muitas vezes, somam-se a esses sintomas e sinais dores na bexiga e no final da micção, gotejamentos de pequenas quantidades de sangue.Quando o rim é atingido, o paciente apresenta, além dos sintomas anteriores, calafrios, febre e dor lombar, podendo, algumas vezes, ocorrer cólicas abdominais, náuseas e vômitos.

    Como se faz o diagnóstico?

    A presença dos sinais e sintomas de IU obriga o médico a solicitar um exame comum de urina e uma urocultura. Para isso, é muito importante que a coleta de uma amostra de urina seja feita sem contaminação. A contaminação, geralmente, é de microorganismos da uretra, da região perianal e algumas vezes da tosse ou das mãos que manuseiam os frascos esterilizados.Há quatro métodos de coleta: jato urinário médio, coletor urinário, sondagem e punção da bexiga. Cada um desses métodos tem suas indicações, conveniências e complicações. O médico deve decidir qual é o melhor para o seu paciente.A maioria das coletas é feita pelo jato médio da primeira urina da manhã, após uma higienização bem feita da região peri-uretral. O jato médio é o jato urinário colhido após ter sido desprezada a primeira porção da urina, que poderia estar contaminada por microorganismos da uretra.O exame comum de urina, no caso de IU, apresenta bactérias e grande quantidade de leucócitos (glóbulos brancos), predominando sobre os eritrócitos (glóbulos vermelhos) no sedimento urinário.O exame cultural da urina na IU mostra um crescimento de bactérias superior a 100.000 germes por mililitro de urina. Esta quantidade de bactérias permite o diagnóstico de IU em mais de 95% dos casos, desde que não tenha havido contaminação. Algumas vezes, em certas situações, um número menor de bactérias, também, pode significar IU.É bom sempre lembrar que a urina é estéril e não deve ter bactérias.

    Fonte: www.abcdasaude.com.br


    Comentário por Priscila

    Surgiu uma dúvida, se o pênis ficava em contato com a bexiga na hora do sexo e isso traria uma Infecção Urinária.Este post foi enviado pela Priscila na Comunidade das Namoradas Perfeitas.

    " Gente, é fisiologicamente impossível isso acontecer!!!A maioria das infecções urinárias é causada pela Escherichia coli. Uma bactéria que mora no trato gastro intestinal.Se o cara passa o penis próximo ao anus e depois penetra na mulher, é praticamente certo da mulher ter infecção urinária. O pênis carrega a bactéria do ânus para a região do órgão genital feminino. Como a vagina e a abertura que leva à uretra são mto próximas, é inevitável que numa relação sexual o rapaz passe o pênis na abertura da uretra, levando à infecção urinária.O pênis não entra na uretra e chega até a bexiga. A uretra nao tem a mesma flexibilidade que o canal vaginal.Outra forma de se adquirir infecção é quando se vai limpar a região com papel higiênico. Pra quem não sabe, o papel deve sempre ser passado da frente pra trás, não o sentido contrário, que carregaria bactérias para a vagina e uretra."



    - Postado por: Mateus H. Simon às 10h07

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    TPM, Você tem?

    TPM, Você tem?

    Sintomas da TPM

    1. depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos;
    2. ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;
    3. fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;
    4. raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;
    5. diminuição do interesse pelas atividades habituais;
    6. sensação de dificuldade de concentração;
    7. cansaço, fadiga fácil, falta de energia;
    8. acentuada alteração do apetite;
    9. distúrbios do sono;
    10. sensação de estar fora do próprio controle;
    11. inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;
    12. dor de cabeça;
    13. dores musculares;
    14. ganho de peso ou sensação de inchaço;

    No entanto para ser considerada doença, e portanto sujeita a tratamento, é importante que estes sintomas de fato interfiram nas atividades habituais da mulher e que os mesmos ocorram na fase pré menstrual e não em todo o ciclo.


    Causas da TPM

    Muitas hipóteses tem sido feitas a respeito das causas desta doença mas, atualmente, o que parece prevalecer é que sejam influências hormonais normais do ciclo menstrual que interfiram no sistema nervoso central.

    Parece haver uma íntima relação entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas a sensação de prazer) e os neurotransmissores tais como a serotonina.

    É importante ressaltar que esta síndrome acompanha a ovulação normal da mulher.


    Tratamento da TPM

    Por se tratar de uma síndrome, não existem tratamentos específicos já que os sintomas variam muito de intensidade para cada mulher.Resultados não cientificamente comprovados mostram que a vitamina B6 ( Piridoxina ), a vitamina E, o cálcio e o magnésio podem ser usados com melhora dos sintomas.Outro medicamento é o ácido gama linoleico que é um ácido graxo essencial. Pode ser encontrado no óleo de prímula. Existem advertências sérias do FDA americano a respeito de medicações alternativas naturais e de possíveis efeitos colaterais graves, portanto este, como qualquer outro medicamento, mesmo "natural", só deve ser usado mediante prescrição médica.Na verdade, este é o melhor caminho para o tratamento da TPM. Consultar um médico ginecologista e descrever para ele todos os sintomas que a mulher sente antes e depois da menstruação.O melhor medicamento é o que, sozinho ou associado, reduza os sintomas. Como esta síndrome está ligada à ovulação, muitas mulheres podem se beneficiar do uso da pílula anticoncepcional que suspende a ovulação. Nos Estados Unidos, a FDA aprovou a pílula Yaz® para mulheres que tem sintomas de TPM e desejam uma anticoncepção hormonal.Já nos casos graves de desordem disfórica pré-menstrual é necessária uma medicação mais específica sendo que a medicação usada com melhores resultados são os anti-depressivos principalmente o Prozac (Fluoxetina). Estudos recentes mostram que esta medicação usada na menor dose possível e durante a fase de tensão pré-menstrual tem melhorado muito a qualidade de vida das mulheres que experimentam esta disfunção. Nos Estados Unidos chama-se Sarafem®. Também nestes casos a pílula anticoncepcional Yaz® pode ser usada.O importante é que se entenda que esta não é uma doença mas sim uma alteração fisiológica do ciclo menstrual feminino e que pode ser resolvida com medidas simples por parte do seu médico assistente.



    - Postado por: Mateus H. Simon às 15h16

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